sábado, 16 de janeiro de 2016

Transferência de Rebanho



 E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas?
Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas.
As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza.
Assim se espalharam, por não haver pastor, e tornaram-se pasto para todas as feras do campo, porquanto se espalharam.
As minhas ovelhas andaram desgarradas por todos os montes, e por todo o alto outeiro; sim, as minhas ovelhas andaram espalhadas por toda a face da terra, sem haver quem perguntasse por elas, nem quem as buscasse.
Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor:
Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que, porquanto as minhas ovelhas foram entregues à rapina, e as minhas ovelhas vieram a servir de pasto a todas as feras do campo, por falta de pastor, e os meus pastores não procuraram as minhas ovelhas; e os pastores apascentaram a si mesmos, e não apascentaram as minhas ovelhas;
Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor:
Assim diz o Senhor DEUS: Eis que eu estou contra os pastores; das suas mãos demandarei as minhas ovelhas, e eles deixarão de apascentar as ovelhas; os pastores não se apascentarão mais a si mesmos; e livrarei as minhas ovelhas da sua boca, e não lhes servirão mais de pasto.
Ezequiel 34:1-10

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Jesus e os discípulos

O terceiro nível e relacionamento que Jesus construiu foi com seus discípulos. Aqui, esse nível, a proximidade é total, a intimidade e a liberdade com a qual se expressa pensamentos e sentimentos são completas; o compromisso e a renúncia, também são totais. As motivações dos discípulos e o potencial de resposta de cada um são intimamente conhecidos e, sobre essas, os desafios são realizados.

"Somente os discípulos receberam um ministério".

Discipulado nos fala de pegarmos  alguém no nível do vale e o levarmos para o nível do monte. Fala-se de ensinar e praticar juntos as disciplinas espirituais, corrigindo os princípios  de vida errados enraizados em sua alma, as heranças familiares,  as formas erradas de responder às falácias do diabo.

"Devemos responder positivamente nessas situações de tratamento".

Deus certamente criará circunstâncias de correção e disciplina que, pelo mover do Espírito, gerarão um crescer de fé em fé, de glória em glória.

O discipulado não é algo de tempo indefinido. Ele eventualmente se encerrará. Quando já tiver a prática de todo o conselho de Deus, o discipulado se encerra, mas permanecem os vínculos.

Características do discípulo
  • Possui intimidade e transparência para com o discipulador.
  • Responder de forma completa à Palavra de Deus.
  • É submisso.
  • Manifesta um crescimento constante e desobstruído.
  • É aberto e maleável o suficiente para se deixar tratar.
  • Suas motivações são conhecidas.
  • É dependente de Deus.
  • Possui uma vida de vitória.
  • Ao final do processo alcança um ministério reconhecido.
  • Possui clareza dos princípios da Palavra de Deus.
21 dias pela unidade
Pr. Aluízio A. Silva
Vinha Editora






sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Jesus e os seus seguidores

O jovem rico era um homem que não pertencia à multidão, ele simpatizava-se com Jesus. Esta era a características que mais de destacava nele: a fidelidade religiosa e até legalista. Mas, ao ser confrontado em sua superficialidade, voltou atrás. Quando Jesus mostrou-lhe a cruz, logo retrocedeu.
São legalistas nas normas externas da igreja e místicos na guerra espiritual, mas não possuem o compromisso de se desgastarem e tomarem e tomarem a cruz. Não aceitam se submeter ao discipulado.

Os seguidores ocasionais sempre têm algumas ou todas estas características:

a)Religiosos e legalistas
b) São festivos
c) São místicos
d) São mornos

O fato de serem superficiais com os líderes mostra que são superficiais com Deus.

O compromisso de trabalhar na igreja não define a profundidade da operação de Deus em nossa vida. A falta de discipulado produz líderes não confiáveis, imprevisíveis, que não se deixam conhecer à luz dos vínculos de relacionamento. Infelizmente, existem até mesmo líderes de célula que são seguidores ocasionais. Não são discípulos.

"... quando vêm as pressões, se escandalizam e fogem do compromisso que haviam firmado anteriormente. São cegas quanto às circunstâncias  que Deus gera para tratar com elas".

Características dos seguidores ocasionais 

  • Possuem um relacionamento frequente, mas superficial
  • Os diálogos são abrangentes, mas não permitem o tratamento do caráter.
  • Dão uma resposta superficial e até religiosa à Palavra.
  • Estabelecem ligações por conveniência com a liderança.
  • Fogem de cobrança e de confrontação.
  • Vivem estagnadas na apatia espiritual.
  • São fiéis às programações, normas e preceitos da estrutura religiosa, mas não se deixam tratar pela cruz.
  • Nada herdam espiritualmente
  • Suas opiniões próprias são muito forte e, por isso, estão fechados para aprender com os outros.
Fonte= 21 dias pela unidade
Pr. Aluízio A. Silva
Editora= VINHA


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Multidão,Seguidor e Discípulos

  Discipulado é "vínculo íntimo, sólido e entranhável entre duas pessoas - discipulador e discípulo". O discípulo, que deve ser aberto , maleável, tratável e ter um desejo de ser formado em Deus, será conduzido por um discipulador para levá-lo a uma posição mais elevada em Deus, de aprendizado da Palavra  e de vida.

  Discipulado é viver uma vida de renúncia. Mas, por que devemos renunciar? Porque essa é a única forma que Deus tem para produzir em nós o quebrantamento e uma real dependência dele, que é o caminho para a maturidade.

  Jesus desenvolveu pelos menos três tipos de relacionamento : o visitante (multidão), o participante   ( seguidor ocasional) e o discípulo.




Jesus e a Multidão
  O ministério de Jesus foi um ministério de multidões, mas Ele nunca as priorizou. Por quê? Porque o nível de respostas e de compromisso da multidão é pequeno, inseguro, desconhecido; o nível de impacto e transformações da Palavra sobre ela é pequeno. Ele deu prioridade aos vínculos  profundos que tinha com os discípulos. A Bíblia diz que a multidão o seguia por causa dos sinais e das curas que Ele fazia. O que quer dizer isso? Quer dizer que a multidão, por não ter um relacionamento com Jesus, não era conhecida em suas motivações, e quem não é conhecido não é confiável.

  Precisamos reconhecer em nossa igreja aqueles amados que são multidão, para não errarmos cobrando compromisso de quem não os quer ter.

  Quando exigimos algo da multidão, que só poderíamos cobrar dos discípulos, ela nos deixa. Grande parte dos que estavam com Jesus, depois se voltaram contra Ele. As opiniões da multidão oscilam e fluem de acordo com o conjunto da massa. 
Por isso, Jesus não priorizava a multidão. Ela define o lugar de pessoas que não têm compromisso, que não estão dispostas a pagar os custos do discipulado, de ter um compromisso de andar na luz, de submissão, de entrar no padrão dado pelo discipulador. A  Multidão nunca teve a decisão de abraçar a cruz, por isso Jesus não  a priorizava. O seu relacionamento era distante, ela o Via de longe e esporadicamente.

  Então, do que esse nível de relacionamento de Jesus com  a multidão  nos fala?  Fala-nos  de crentes, possivelmente convertidos, salvos, batizados, mas que não têm nenhuma aliança com a igreja local, tampouco têm compromisso  com o Corpo. Buscam  sempre seus próprios caminhos e suas diretrizes particulares. São pessoas que não se deixam tratar, têm uma forma de apresentação simpática , são até afetuosas,mas não se deixam tratar. O próprio fato de serem "afetuosamente superficiais" mostra seu desejo de se manterem  à distância. Não nos permitem penetrar na sua intimidade, nos seus problemas, nos seus pecados, nas suas deficiências. São pessoas que não tem nenhum compromisso com a liderança e muito menos com a visão da igreja. 

São crentes, eventualmente dão o dízimo, têm uma conduta religiosa, mas se acostumaram com o relacionamento superficiais na casa de Deus. 

O que leva alguém a ser multidão?

a) Decepção com estruturas e líderes

  Relações frustrantes, escândalos, feridas profundas e decepção com a estrutura da igreja produzem crentes assim: descrentes de tudo e de todos, que apenas seguem adiante, sem nenhum compromisso com o Corpo. Infelizmente tais pessoas não percebem que a desilusão é o começo do crescimento. Enquanto idealizamos nossos pais somos apenas crianças, mas quando os vemos como são, começamos a entrar na maturidade.

b) Medo de serem conhecidos
c) Ignorância do melhor de Deus
d) Por participarem de "obras mortas"

e) Falta de compromisso mesmo

  Há pessoas que sabem o que Deus quer, convivem com pessoas de visão, no entanto, optam por uma vida descompromissada.  São pessoas que não têm vida abundante com Deus, não tem uma vida  frutífera, não têm vitórias.
São crentes centralizados em si mesmos.
Seus compromissos são totalmente baseados no interesse pessoal.

Características da multidão
  •  Relacionamento distante e impessoal
  • Diálogos sempre muito superficiais, conversas frívolas e fúteis.
  • Fraca resposta ao desafio da Palavra de Deus
  • Não aceitam ser cobrados ou confrontados em sua conduta
  • Não se deixam tratar por ninguém
  • Possuem  motivações desconhecidas e, portanto, não são confiáveis para qualquer obra ou posição de responsabilidade e liderança
  • O nível de crescimento é baixo
  • São totalmente independentes
  • São infantis, confusos, religiosos e materialistas.
  • Não herdam espiritualmente de seus líderes
  • Fogem de tomar a cruz, pois não toleram o desprazer
  • Possuem uma vida egocêntrica
  • Vivem de aparência

Fonte = 21 dias pela unidade
Pr. Aluízio A. Silva
Editora: VINHA
 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Uma geração treina outra geração

Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas.
Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas.
Salmos 145:4,5


E qual é o princípio que será ensinado?

1- Que se tiver alguma ordem de prioridade, a igreja sempre vai estar em segundo lugar. Pq? Jesus morreu pela igreja, pq a igreja nunca será um problema na sua vida e "O Zelo da tua casa me consumirá" João 2:17

Beleza Viva



sexta-feira, 19 de junho de 2015

Valores Inegociáveis

Cremos no crescimento e na multiplicação

  Nossa visão é conquistar nossa geração. A conquista de uma geração envolve levarmos muitas pessoas a Cristo, pois o  mover de Deus se caracteriza  por conversões. Não precisamos buscar o mover, apenas permanecer nele. O mover  de Deus é sinônimo de conversão, que, por sua vez, é sinônimo de multiplicação, o que significa que mais pessoas serão resgatadas do inferno.

  Cremos na multiplicação das células porque nosso Deus é um Deus de multiplicação. Se fizermos uma análise detalhada, notaremos que em cada área da criação está o espírito de multiplicação: uma semente cai na terra, morre e se multiplica; Deus deu a ordem de multiplicação ao primeiro casal, se Adão tivesse resistindo ao mandamento divino, nem você nem eu estaríamos agora comentando essa história. 

Fomos chamados para gerar filhos, não para fazer coisas

  Dentro da visão celular, classificamos  as igrejas como igrejas de programas ou igrejas em células. As igrejas de programas são aquelas cujo propósito é fazer algo, realizar atividades, ou seja, realizar programas. As igrejas em célula, por sua vez, estão focadas em gerar filhos para Deus.

  A mentalidade básica da igreja de programas é o fazer algo para Deus. Seus líderes e membros não se preocupam muito com o que estão fazendo, desejam apenas a satisfação de estarem envolvidos em alguma atividade. Em oposição a isso, a igreja em células está sempre focadas em gerar filhos e multiplicar células. 

  Quando você estiver diante de Deus, o que acha que será requerido de você? Quer ser um vencedor? Então, preste atenção: só reinará  aquele que recebe a coroa. E quem é nossa coroa e glória? Segundo o apóstolo Paulo, os filhos são nossa coroa e glória (Fp 4.1; 1 Ts 2.19). Se quiser reinar naquele dia, apresente a Deus o que Ele deseja:gere filhos para o Pai.

Edificando a igreja preservando a unidade

E o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
Gênesis 11:6

  Existem muitas coisas que explicam o sucesso e o crescimento de uma igreja, mas certamente o fator principal é a unidade. Nós temos crescido porque resolvemos, de comum acordo e em um só propósito, que iremos crescer. Quando um grupo realmente concorda a respeito de algo e não há voz discordante entre seus integrantes, então não haverá restrição para tudo aquilo que intentarem fazer.

A obra não pode ser feita sem a unção do Espírito

    Muitos são empolgados com as células e presumem que elas são o segredo do crescimento da igreja. Mas isso é um grande equívoco. As células são apenas o odre, a unção é o vinho novo.

  Mover na unção significa que você não deve tentar fazer algo para Deus usando combustível humano, mas deve permitir que a unção a mova de forma sobrenatural para fazer a vontade de Deus. Se estamos na unção, não há jugo, não há estresse, não há medo ou insegurança. A unção é o alimento, o combustível, é ela que nos limpa e cumpre em nós a  vontade de Deus. Ela é a provisão completa de Deus. É pela unção que multiplicamos células e manifestamos as realidades do reino dos céus. A verdadeira obra de Deus precisa ser sobrenatural , celestial e poderosa.

  Nosso crescimento não vem porque temos uma boa estrutura  e em uma boa organização. Sem o poder de Deus, nós apenas entretemos os santos e nos iludimos com atividades. Não somos frutíferos porque sabemos técnicas de como liderar uma célula, mas porque possuímos a unção. Lembre-se sempre de que mais importante que os odres é a fonte real do crescimento, da vida, dos frutos e de tudo o mais: o vinho novo do Espírito. 

Fonte: O Templo, O Sacerdote e o Sacrifício.
Editora Vinha 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A Maneira Bíblica de nos reunirmos

As reuniões em casa são a única maneira de haver crescimento e edificação da igreja. Há muitas coisas positivas que acontecem nas células. Nesses reuniões, todos começam a ser pessoas que buscam, que servem, que pregam, que ensinam e que espontaneamente testificam do Senhor.

Creio que precisamos hoje colocar mais um critério para reconhecermos alguém que efetivamente tem internalizado a visão. Essa pessoa precisa ter uma reunião em sua casa. Muitos são cristãos, mas não têm uma reunião em casa. Podem conhecer a Bíblia, ser espirituais, pode ser que busquem e amem o Senhor, porém, se não abrem suas casas, não possuem realmente a visão. Mesmo os solteiros podem abrir seu apartamento para as reuniões. Não basta frequentar uma célula para estar envolvido na visão, é preciso abrir a própria casa  para uma célula.

Hoje eu ouso dizer que ter uma célula em casa é o caminho mais seguro para o crescimento espiritual. Mas não apenas isso, a  célula é também proteção espiritual. Se chegássemos ao ponto de nos reunir diariamente como faziam  os primeiros cristãos, certamente veríamos como seríamos guardados do pecado só por estarmos juntos. Nossa mentalidade ainda não nos permite pensar em reuniões diárias, mas podemos pelo menos ter uma célula que tem uma reunião semanal em casa.

Venha para a visão da conquista e da edificação! Abra a sua casa para uma célula.


Fonte: O Templo, os Sacerdotes e o Sacrifício.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

O Discipulado de um ministro

"Cristo é o centro de tudo, ninguém é dono de ninguém, tampouco o discipulado é um sistema eclesiástico, mas um relacionamento de vida. Não é uma questão de morar juntos, nem de ter uma intimidade tal a ponto de andar juntos o dia inteiro. Não é o discipulador que muda a vida do discípulo. Isso é obra do Espírito Santo  e da Palavra de Deus operando nele".

Sem dependência ou manipulação
O discipulado é muito importante, mas  ele pode se tornar um problema se não percebemos que existe algo mais central na vida cristã. O ponto central da vida cristã é Cristo em nós. Isso significa que o alvo do discipulador é levar seu discípulo a ouvir o Espírito e seguir a Sua voz. Não temos discípulos realmente. Os discípulos são de Cristo. Somos como placas sinalizadoras apontando para Cristo".

"Discipuladores que não compreendem que o centro do discipulado é levar o discípulo a ouvir de Cristo em seu espírito normalmente levam os discípulos  a depender deles. Eles se colocam como mediadores entre o discípulo e Deus. Infelizmente, estão completamente fora da visão. Na verdade, estão destruindo-a".

"O discípulo autoritário, em vez de produzir maturidade, produz imobilidade espiritual. A pessoa cresce numa eterna dependência em tudo, não aprende a depender de Deus e buscar a Cristo nas mínimas coisas".

" Há uma tendência muito sutil no trabalho de discípulado de se deixar levar pelo legalismo e pelo controle da vida do discípulo. Quando desconhecem as exigências de Jesus, discipuladores impõem suas próprias exigências. Já ouvi pastores afirmarem que as pessoas gostam de ser cobradas, de ser exigidas a vestir e a se comportar dessa ou daquela maneira, e que elas gostam de pregadores que batem, porque passam a ideia de um evangelho mais sério. Mas o que temos visto frequentemente é apenas legalismo religioso".

A autoridade no discipulado
" Conversão significa mudança de governo"

"Cada discipulador precisa entender que ele é servo do discípulo, e não dono. Deve  ensinar todo o conselho de Deus, e não os seus gostos e preferências pessoais, porque não temos discípulos de fato, os discípulos são de Cristo".

"Certos discipuladores presumem que aquilo que pensam deve ser seguido cegamente. Mas isso é um absurdo. Um discípulo pode discordar e até debater uma ideia com seu discipulador e ainda manter um coração submisso. A palavra de um discipulador a seu discípulo pode ser de três níveis:

A. A Palavra de Deus

Evidentemente, diante da Palavra de Deus, a submissão de um discípulo deve ser completa e absoluta. Se um discípulo ignora a Palavra de Deus, podemos então afirmar que ele é rebelde. Mas quando digo "Palavra de Deus", estou me referindo especificamente àquilo que está escrito na Bíblia.

B. O conselho do discipulador

O Segundo nível de palavra é o conselho. Conselhos são palavras baseadas na experiências e no conhecimento do discipulador. Mesmo sendo um conselho bom e sensato, a submissão é relativa nesse caso. 

C. Opinião do discipulador

O terceiro tipo de palavra do discipulador são suas opiniões. Opiniões expressam apenas as preferências e gostos pessoais do discipulador. Portanto, não é necessário nenhum tipo de submissão a suas opiniões e gostos pessoais."

"E os discípulos devem ouvirapenas aquilo que está em harmonia com a Palavra de Deus". 


O Templo, O Sacerdote e o Sacrifício


quarta-feira, 18 de março de 2015

Transformando membros em líderes

" O ministério de grupos pequenos cresce e declina conforme a qualidade de seus líderes".

" A visão tem de dominar a sua vida, e você precisa ser capaz de transmitir essa visão"

" Quando nosso Deus é pequeno, o mundo parece grande; mas quando nosso Deus é grande, o mundo parece pequeno".

' Você crescerá somente na medida do seu sonho".

' O tempo é curto demais para investir energia em coisas que não levam a nada. E você, o que diz?".

' Quando a igreja exala discípulos, ela inala convertidos".

"Trabalhe como se tudo dependesse de você. Ore como se tudo dependesse de Deus". 

domingo, 15 de março de 2015

Então, não devemos examinar sempre a nós mesmos? Não corremos o risco, por exemplo, de tomar a ceia indignamente?

Infelizmente, muitos acreditam que tomar a ceia indignamente é participar da ceia tendo pecado em sua vida. Por causa  disso, muitos temem ficar doentes e até morrer. Pastores exortam seus membros a terem cuidado antes de participar da ceia e perguntam: " Será que você são dignos de tomar a ceia hoje?". Essa é uma situação problemática. Os irmãos ficam numa sinuca em que qualquer respostas que derem será ruim diante de Deus. Se avaliarem sua vida e concluírem que são dignos e que podem tomar a ceia, estarão confiando em sua justiça própria, o que os torna reprovados diante de Deus. Mas, se depois de se avaliarem, eles concluírem que são indignos, pois têm pecado, e por causa disso decidirem não participar da ceia, estarão desprezando a eficácia do sacrifício de Cristo na cruz. É uma situação ruim causada por um ensinamento errado. Não é isso que a Bíblia ensina. Ninguém é digno de tomar a ceia. O Senhor morreu por pessoas indignas.  O que Paulo está corrigindo é a forma como as pessoas tomavam a ceia. Participar indignamente é falhar em discernir que o pão  representa o corpo de Cristo e o cálice representa o sangue de Jesus. O problema todo era o desrespeito e a falta de compreensão do sentido da ceia. Eu creio que Paulo diz que muitos estão fracos e doentes e outros até já morreram simplesmente porque não puderam desfrutar da cura que há no corpo de Cristo. Se eles tivessem discernido o significado do pão, que é o corpo de Cristo, eles teriam entendido que, pelas suas pisaduras, nós somos curados. O grande problema desse conceito errado é que ele se estende para todas as áreas de nossa vida espiritual. Se pedimos para alguém liderar, ele vai primeiro se examinar para ver se é digno. Se ele  concluir que é digno, estará confiando em sua justiça própria e não terá resultado algum. Se ele concluir que  não é digno, não terá fé para fazer o que foi pedido. Somente aqueles que creem que foram justificados pelo sangue de Jesus são úteis a Deus.

Pr. Aluízio A Silva
Fonte= Revista Vinha 

sábado, 14 de março de 2015

A Visão da igreja não envolve muita cobrança? Isso não anula o descanso na graça de Deus?

De fato, procuramos desafiar todos  a ser discípulos vencedores. Muitos, porém, se sentem acusados por não conseguir corresponder. Por causa disso, muitos querem se livrar da célula e da igreja, porque pensam que a igreja é a fonte da condenação, mas não é. A igreja acredita em você, mas o Diabo diz que você não é capaz. E, por acreditar no Diabo, você pensa que a igreja está fazendo uma cobrança descabida. Você não é derrotado por não fazer coisas, e sim por acreditar que toda essa condenação vem dos irmãos. Vença a condenação confessando o poder que há no sangue e você fará a obra com paz e alegria. O problema  não é a visão da igreja, é a culpa.  Você precisa separar dois conceitos importantes. Por um lado, você é salvo e justo por causa da obra perfeita do Senhor, por outro, você precisa agora responder como discípulo e manisfestar as obras de Deus. Mas nós não fazemos obras para ser  aceitos pelo Senhor, pois já fomos feitos filhos. Toda nossa obra precisa ser resultado do nosso amor pelo Pai e de nossa vida abundante em Cristo.
Pr. Aluízio A. Silva

Fonte- Revista Vinha




A Teologia do sacerdócio dos crentes

  A maioria dos seminários e escolas bíblicas enfoca o ensino no qual o pastor é o que faz tudo dentro da igreja. Por causa dessa mentalidade, até mesmo dentro das igrejas em células, há um grande risco de o líder ser ensinado ou acreditar que ele tem de fazer tudo dentro da célula. Isso é um tremendo engano e uma grande barreira para o desenvolvimento de outras lideranças. O pastor e o líder precisam entender que não são os únicos sacerdotes . Todos os crentes foram chamados para o sacerdócio (1 Pe 2:9; Ap 5:10).
  Precisamos despertar isso em casa pessoa, uma vez que todo nascimento de Deus tem o Espírito Santo  para conduzi-lo ao ministério. Essa falha produz crente perito em criticar os pastores e murmurar quando suas necessidades não são supridas.
  As células são o instrumento apropriado para preparar pessoas para evangelizar, administrar, cuidar de outros e usar seus dons e talentos. As células são os locais ideias para o treinamento de futuros líderes da igreja. O bom líder de célula deve encorajar seus membros a exercer seus dons, ajudá-los a desenvolver sua visão e finalmente torna-se líderes.

Pr. Marcos Motta.

Fonte= Revista Vinha 

Um paralelo entre a lei e a graça.

Aquele que vive debaixo da lei invariavelmente sentirá em algum momento que está mal com Deus. Esse sentimento vem porque os que vivem na lei pensam que precisam fazer coisas para que Deus fique feliz com eles. Mas Deus já está feliz  conosco por causa da obra perfeita do Senhor Jesus na cruz. Pare de aceitar acusações de que Deus está irado com você. Você deve desfrutar da paz porque aquele que foi justificado pela fé agora tem paz para com Deus.

Pr. Aluízio A. Silva

Rejeite uma liderança frágil

Fragilidade não combina com liderança, porque é oposto de firmeza. E o que se espera de um líder é que ele seja firme. Nosso alvo é reproduzir uma liderança firme na visão, nos valores espirituais, no caráter  e no compromisso com Deus.
Pra. Márcia Ribeiro.



Jovens destinados ao avivamento

Se você decidiu ser um vencedor, você precisa ter consciência de uma coisa, o caminho é apertado, o fogo queima, incomoda.
Pr. Naor Pedroza

Barreiras para o desenvolvimento de líderes

Precisamos acreditar que o modelo de células não é uma estratégia de pequenos grupos, mas uma estratégia de liderança. O foco não é começar grupos nas casas, mas treinar um número cada vez maior de líderes.

Liderança é mais que ser voluntário para realizar uma tarefa na igreja. Líderes lideram pessoas. Líderes ministram a outras pessoas e influenciam suas vidas.

O bom líder de célula deve encorajar seus membros a exercer seus dons, ajudá-los a desenvolver  sua visão e finalmente torna-se líderes. 
Pr. Marcos Motta


Fonte=  Revista Vinha